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Abdução de Quadril na Polia (Versão 2)

Cable Hip Abduction (version 2)

Academia › Cabo e Polia › Pernas

Grupo muscular
Quadril
Equipamento
Polia
Tipo de treino
Musculação
Dificuldade
●●○○○

Em resumo

Esta versão muda o padrão básico ao introduzir abdução na polia baixa (versão 2). Principais: Glúteo médio e glúteo mínimo; tensor da fáscia lata e fibras superiores do glúteo máximo ajudam e rotadores profundos do quadril, core e musculatura do pé estabilizam. Versão numerada/homônima não é padronizada; o vídeo define o ajuste exato.

Músculos trabalhados

Papel Músculos
Principal Glúteo médio e glúteo mínimo
Auxiliares Tensor da fáscia lata e fibras superiores do glúteo máximo
Estabilizadores Rotadores profundos do quadril, core e musculatura do pé

Preparação

  • Ajuste a polia baixa, na altura do tornozelo e prenda a tornozeleira na perna móvel; deixe um passo lateral de distância para o cabo já começar tensionado sem puxar sua pelve para o aparelho.
  • Em abdução na polia baixa (versão 2), mantenha a pelve nivelada e o joelho da perna de apoio destravado; a perna móvel começa próxima da linha média sem o pé já rodar para fora.
  • Faça duas repetições leves e confirme que a resistência de cabos da polia não gira sua pelve nem desloca o joelho da perna de apoio.

Execução

  1. Transfira o peso para a perna de apoio e mantenha o joelho ligeiramente flexionado antes de mover a outra perna. Com abdução na polia baixa (versão 2), pelve fica nivelada antes da abertura.
  2. Leve a perna presa para o lado a partir do quadril, com a ponta do pé voltada para frente; não gire os dedos para cima para ganhar amplitude. Durante abdução na polia baixa (versão 2), cintura não inclina para aumentar amplitude.
  3. Pare quando a coxa alcançar a maior abertura possível sem a pelve subir do mesmo lado nem o tronco inclinar para o lado oposto. Na maior amplitude de abdução na polia baixa (versão 2), ponta do pé continua voltada para frente.
  4. Retorne a perna contra a resistência até ela se aproximar da linha média, controlando a tração do cabo ou do elástico. Durante a fase concêntrica de abdução na polia baixa (versão 2), bacia resiste à tração no retorno.
  5. Toque o pé no chão apenas para reorganizar o equilíbrio e repita sem deixar a resistência puxar sua bacia em direção à ancoragem. No retorno de abdução na polia baixa (versão 2), resistência permanece ativa antes de repetir.

Respiração

Inspire no retorno e expire ao abrir a perna/joelho. Com abdução na polia baixa (versão 2), prender o ar costuma fazer a pelve girar ou o tronco inclinar justamente quando a resistência aumenta; reduza a carga se isso aparecer.

Erros comuns

Erro O que causa Correção
Girar a ponta do pé para cima para abrir mais em abdução na polia baixa (versão 2) Transforma parte da abdução em rotação externa e desloca o foco Mantenha patela e dedos apontados para frente e reduza a amplitude
Inclinar o tronco para o lado oposto Cria falsa amplitude pela pelve Segure num apoio e mova apenas a coxa
Deixar o joelho de apoio cair para dentro Perde estabilidade do quadril e pé Destrave o joelho e mantenha-o sobre o segundo/terceiro dedo

Segurança

Observe lateral do quadril, joelho de apoio e lombar. Pare diante de pinçamento, dor aguda ou formigamento; confira tornozeleira e cabo antes de cada série e progrida só se abdução na polia baixa (versão 2) não arrastar a pelve.

Variações

Variação Quando usar
Mais fácil Abdução deitada de lado sem resistência, para aprender a manter a pelve estável
Mais difícil Abdução unilateral na polia com pausa de 2 s na abertura, para aumentar controle no pico
Sem o equipamento Abdução de quadril em pé ou deitado com peso corporal

Como programar

Objetivo Séries × repetições Descanso
Força/controle 3 a 4 × 8 a 12 por lado 60 a 90 s
Hipertrofia 3 a 4 × 12 a 20 por lado 45 a 75 s
Resistência 2 a 3 × 20 a 30 por lado 30 a 60 s
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