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Salto em Profundidade da Caixa

Box Drop Jump

Funcional › Caixote

Grupo muscular
Corpo todo
Músculos secundários
Pernas · Abdômen · Quadril · Panturrilha
Equipamento
Caixote
Tipo de treino
Pliometria
Dificuldade
●●●●○

Em resumo

Como progressão, salto em profundidade da caixa aumenta a exigência sem autorizar outra articulação a fabricar a amplitude. Observe a articulação que define a variante e reduza a dificuldade se ela mudar de plano para completar a série.

Músculos trabalhados

Papel Músculos
Principal Quadríceps, glúteos e panturrilhas
Auxiliares Isquiotibiais e flexores do quadril
Estabilizadores Glúteo médio, core e musculatura do pé

Preparação

  • Trave o caixote e confira a altura usada em salto em profundidade da caixa; mão, joelho ou pé deve caber inteiro no apoio, sem a borda pressionar a articulação.
  • Antes de começar salto em profundidade da caixa, marque a largura dos pés na aterrissagem e ensaie uma recepção baixa sem sair do chão.
  • Faça duas repetições lentas e só carregue ou acelere se o apoio e o ponto final de salto em profundidade da caixa se repetirem sem dor.

Execução

  1. Fique a uma distância que permita saltar sem raspar canelas no caixote e fixe os olhos na área de aterrissagem; para manter salto em profundidade da caixa, observe se a borda do caixote não muda de posição e marque onde cada pé deve pousar.
  2. Flexione quadris e joelhos e balance os braços apenas o suficiente para preparar a impulsão; em salto em profundidade da caixa, confirme que o apoio não escorrega pela superfície e mantenha joelhos seguindo os pés na impulsão.
  3. Estenda quadril, joelhos e tornozelos e leve os pés para a superfície sem recolher os joelhos de forma exagerada; nesta versão de salto em profundidade da caixa, o movimento está correto quando a altura do caixote limita objetivamente a amplitude e receba pelo meio do pé.
  4. Aterrisse com o pé inteiro, joelhos acompanhando os dedos e quadril flexionando para absorver o impacto; em salto em profundidade da caixa, confirme que a força não tomba nem desloca o caixote e absorva o impacto antes de outra ação.
  5. Estabilize antes de descer; use passo para baixo quando a variante não exige salto de retorno; para manter salto em profundidade da caixa, observe se o contato final com a caixa é silencioso e pare se o pouso começar a variar.

Respiração

Expire na impulsão e recupere o ar na aterrissagem. Em salto em profundidade da caixa, termine a série quando a ventilação começar a alterar altura ou ponto de pouso.

Erros comuns

Erro O que causa Correção
Puxar os joelhos para cima em vez de elevar o corpo em salto em profundidade da caixa Parece ganhar altura, mas aumenta risco de bater a canela Use extensão de quadril/joelhos e caixa mais baixa; confirme a mecânica específica desta versão
Deixar o caixote deslizar ou apoiar só a borda O ponto de apoio muda no meio da repetição e aumenta risco de queda Trave o caixote e use toda a área necessária do pé/mão
Emendar a próxima repetição antes de estabilizar O local de aterrissagem varia e os joelhos recebem impacto desalinhado Faça uma pausa curta e reconstrua a base

Segurança

Em salto em profundidade da caixa, a estrutura que merece mais atenção é joelhos, tornozelos e superfície de aterrissagem; interrompa diante de pouso imprevisível, falseio ou pé pegando na borda do caixote. Para progredir, aumente uma variável por vez somente quando o alinhamento se repete, e confira também se o caixote permanece imóvel.

Variações

Variação Quando usar
Mais fácil Step-up ou salto em caixa mais baixa
Mais difícil Maior altura, unilateral ou depth jump
Sem o equipamento Salto vertical com aterrissagem no chão

Como programar

Objetivo Séries × repetições Descanso
Potência/qualidade 4 a 6 × 3 a 6 ações 90 a 180 s
Técnica rápida 3 a 5 × 5 a 8 ações 60 a 120 s
Resistência de potência 3 a 4 × 8 a 12 ações 60 a 90 s
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