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Puxada de Peito para Trás

Chest Pull Back

Funcional › Mobilidade › Ombros

Grupo muscular
Costas
Músculos secundários
Ombros
Equipamento
Peso corporal
Tipo de treino
Mobilidade
Dificuldade
●○○○○

Em resumo

A limitação que esta versão revela é perder a mecânica de puxada de peito para trás quando a série fica pesada ou rápida demais. Observe a articulação que define a variante e reduza a dificuldade se ela mudar de plano para completar a série.

Músculos trabalhados

Papel Músculos
Principal Músculos colocados em alongamento pela posição específica
Auxiliares Sinergistas da cadeia envolvida
Estabilizadores Estabilizadores articulares que controlam a amplitude

Preparação

  • Marque os apoios de puxada de peito para trás no chão e faça uma repetição lenta; a base não deve mudar quando o segmento móvel inicia.
  • Antes de começar puxada de peito para trás, entre lentamente até a primeira tensão muscular e identifique qual articulação deve ficar estável.
  • Faça duas repetições lentas e só carregue ou acelere se o apoio e o ponto final de puxada de peito para trás se repetirem sem dor.

Execução

  1. Entre lentamente na posição até sentir tensão muscular distribuída, não dor pontual; em puxada de peito para trás, confirme que a largura da base não muda.
  2. Ajuste a articulação de referência para impedir que outra região gire, arqueie ou deslize para criar amplitude falsa; em puxada de peito para trás, confirme que o apoio permanece imóvel.
  3. Pare quando a tensão ficar clara mas ainda permitir respirar e relaxar rosto e mãos; nesta versão de puxada de peito para trás, o movimento está correto quando joelho, cotovelo, pelve ou escápula ficam no mesmo plano.
  4. Mantenha ou percorra a amplitude sem pequenos balanços nem pressão brusca no fim do curso; em puxada de peito para trás, confirme que o tronco não cria impulso extra.
  5. Saia gradualmente e compare a sensação dos dois lados antes de repetir; durante puxada de peito para trás, mantenha como critério que a posição inicial reaparece antes de alternar.

Respiração

Respire lentamente durante a amplitude e use a expiração apenas para relaxamento gradual. Em puxada de peito para trás, prender o ar endurece a cadeia que deveria alongar; não force ganho de amplitude.

Erros comuns

Erro O que causa Correção
Buscar amplitude com balanço em puxada de peito para trás A articulação ultrapassa o controle muscular Entre devagar e pare em tensão tolerável; confirme a mecânica específica desta versão
Perder a característica de base livre com peso corporal A repetição vira outra variante e deixa de treinar a restrição escolhida Reduza a dificuldade até conseguir preservar base livre com peso corporal
Acelerar o trecho mais difícil de Puxada de Peito para Trás Usa impulso justamente onde a variante deveria exigir controle Diminua o ritmo e mantenha a referência articular do ponto crítico

Segurança

Em puxada de peito para trás, a estrutura que merece mais atenção é articulação colocada no fim da amplitude; interrompa diante de dor pontual, dormência, formigamento ou sensação de instabilidade. Para progredir, aumente uma variável por vez somente quando o alinhamento se repete, e mantenha a área ao redor livre.

Variações

Variação Quando usar
Mais fácil Amplitude menor com apoio
Mais difícil Sustentação mais longa dentro do conforto
Sem o equipamento Variação equivalente no chão ou parede

Como programar

Objetivo Séries × repetições Descanso
Mobilidade 2 a 4 × 20 a 45 s por lado 30 a 60 s
Dinâmico/aquecimento 2 a 3 × 6 a 10 movimentos lentos 30 s
Frequência 3 a 7 dias/semana Conforme tolerância
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