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Puxada Alta Cruzada na Máquina (versão 2)

Lever Cross Lat Pulldown (version 2)

Academia › Máquinas e Banco › Costas

Grupo muscular
Costas
Músculos secundários
Braços · Antebraço · Ombros
Equipamento
Máquina
Tipo de treino
Musculação
Dificuldade
●●○○○

Em resumo

A execução faz sentido quando o objetivo é produzir puxada vertical com trajetória controlada, levando o braço de uma posição elevada para baixo sem perder a organização das escápulas. O nome de catálogo desta variação é pouco padronizado; aqui a ficha descreve a interpretação mais compatível com “Lever Cross Lat Pulldown (version 2)” e com o equipamento informado, sem assumir detalhes que o nome não especifica. A progressão deve preservar a trajetória e o controle escapular, não apenas aumentar a resistência.

Músculos trabalhados

Papel Músculos
Principal Latíssimo do dorso
Auxiliares Bíceps braquial, braquial, braquiorradial, redondo maior
Estabilizadores Trapézio médio e inferior, romboides, manguito rotador e core

Preparação

  • Ajuste banco, apoio de coxas e altura da polia para que o corpo permaneça estável durante toda a puxada.
  • Escolha a pegada indicada pela variação e comece com os braços elevados sem elevar os ombros de forma passiva.
  • Use uma carga que permita iniciar o movimento pelas escápulas, sem precisar inclinar o tronco para ganhar impulso.

Execução

  1. Comece com os braços elevados e a coluna estável, sentindo o alongamento dos dorsais sem deixar o peso arrancar os ombros para cima.
  2. Inicie a puxada deprimindo as escápulas e levando os cotovelos na direção indicada pela pegada.
  3. Continue até a barra, manopla ou corda chegar à região prevista sem jogar o tronco para trás.
  4. Faça uma breve desaceleração no final e permita que os braços retornem lentamente, mantendo tensão.
  5. Pare a série quando a amplitude encurtar ou quando a lombar começar a participar para vencer a carga.

Respiração

Inspire na fase de retorno ou alongamento e expire durante a puxada, especialmente ao atravessar o ponto mais difícil. Para cargas elevadas, uma breve pressão abdominal pode ajudar a estabilizar o tronco, mas não sustente a respiração por várias repetições. Soltar o ar cedo demais não deve levar a relaxar a postura.

Erros comuns

Erro O que causa Correção
Inclinar o tronco demais Transforma a puxada vertical em uma remada improvisada Reduza a carga e mantenha o tronco estável
Puxar só com os braços Diminui a participação coordenada das escápulas Inicie a repetição pelos ombros e escápulas
Soltar a carga no retorno Perde controle excêntrico e pode tracionar o ombro Retorne em 2 a 3 segundos
Levar a barra abaixo da amplitude útil Faz cotovelos e ombros compensarem Pare quando a puxada ainda estiver organizada

Segurança

A pegada cruzada nessa puxada alta exige rotação externa do ombro combinada com adução, o que aumenta a demanda sobre a cápsula anterior do ombro em comparação com uma pegada neutra. Pessoas com instabilidade prévia no ombro devem evitar cruzar os cabos além da linha do corpo e manter o movimento mais próximo ao tronco. Sinta se há um "arrastar" ou desconforto na frente do ombro ao cruzar os braços, isso indica que a amplitude está maior do que a articulação tolera. Avance a carga quando o cruzamento dos braços acontecer sem perder o alinhamento do tronco contra o encosto.

Variações

Variação Quando usar
Mais fácil Mesma puxada com carga menor e pegada confortável
Mais difícil Pausa de 2 segundos no final da puxada ou execução unilateral controlada
Sem o equipamento Puxada com elástico preso acima da cabeça

Como programar

Objetivo Séries × repetições Descanso
Força 4 a 5 × 4 a 8 2 a 3 min
Hipertrofia 3 a 4 × 8 a 15 60 a 120 s
Resistência 2 a 4 × 15 a 25 45 a 75 s
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