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Puxada com Um Braço na Polia

Cable One Arm Pulldown

Academia › Cabo e Polia › Costas

Grupo muscular
Costas
Músculos secundários
Braços · Antebraço · Ombros
Equipamento
Polia
Tipo de treino
Musculação
Dificuldade
●●●○○

Em resumo

Nesta execução, o detalhe que muda a tarefa é produzir puxada vertical com trajetória controlada, levando o braço de uma posição elevada para baixo sem perder a organização das escápulas. O trabalho unilateral expõe diferenças entre os lados e exige impedir que o tronco gire para ajudar. Ela serve melhor a quem já domina o padrão básico e quer uma progressão controlável.

Músculos trabalhados

Papel Músculos
Principal Latíssimo do dorso
Auxiliares Bíceps braquial, braquial, braquiorradial, redondo maior
Estabilizadores Trapézio médio e inferior, romboides, manguito rotador e core

Preparação

  • Ajuste banco, apoio de coxas e altura da polia para que o corpo permaneça estável durante toda a puxada.
  • Escolha a pegada indicada pela variação e comece com os braços elevados sem elevar os ombros de forma passiva.
  • Use uma carga que permita iniciar o movimento pelas escápulas, sem precisar inclinar o tronco para ganhar impulso.
  • Compare os dois lados com a mesma carga e amplitude; não use rotação do tronco para favorecer o lado mais fraco.

Execução

  1. Comece com os braços elevados e a coluna estável, sentindo o alongamento dos dorsais sem deixar o peso arrancar os ombros para cima.
  2. Inicie a puxada deprimindo as escápulas e levando os cotovelos na direção indicada pela pegada.
  3. Continue até a barra, manopla ou corda chegar à região prevista sem jogar o tronco para trás.
  4. Faça uma breve desaceleração no final e permita que os braços retornem lentamente, mantendo tensão.
  5. Pare a série quando a amplitude encurtar ou quando a lombar começar a participar para vencer a carga.

Respiração

Inspire na fase de retorno ou alongamento e expire durante a puxada, especialmente ao atravessar o ponto mais difícil. Para cargas elevadas, uma breve pressão abdominal pode ajudar a estabilizar o tronco, mas não sustente a respiração por várias repetições. Soltar o ar cedo demais não deve levar a relaxar a postura.

Erros comuns

Erro O que causa Correção
Inclinar o tronco demais Transforma a puxada vertical em uma remada improvisada Reduza a carga e mantenha o tronco estável
Puxar só com os braços Diminui a participação coordenada das escápulas Inicie a repetição pelos ombros e escápulas
Soltar a carga no retorno Perde controle excêntrico e pode tracionar o ombro Retorne em 2 a 3 segundos
Levar a barra abaixo da amplitude útil Faz cotovelos e ombros compensarem Pare quando a puxada ainda estiver organizada
Girar o tronco para ajudar um lado Esconde diferença de força e muda a linha de puxada Mantenha pelve e tórax estáveis

Segurança

Trabalhar com um braço só retira a simetria da tração e exige que o ombro do lado ativo estabilize sozinho, sobrecarregando o manguito rotador nessa fase unilateral mais do que aconteceria com as duas mãos na barra. Quem tem fraqueza assimétrica entre os lados ou lesão prévia de manguito em um ombro deve equalizar a carga entre os lados progressivamente, evitando compensar com rotação do tronco. O sinal de alerta é o tronco girando visivelmente para ajudar a puxada, ou dor pontual no ombro ativo no início do movimento, quando o cabo ainda está mais estendido. Aumente a carga somente quando os dois lados conseguirem realizar a mesma quantidade de repetições com controle equivalente.

Variações

Variação Quando usar
Mais fácil Mesma puxada com carga menor e pegada confortável
Mais difícil Pausa de 2 segundos no final da puxada ou execução unilateral controlada
Sem o equipamento Puxada com elástico preso acima da cabeça

Como programar

Objetivo Séries × repetições Descanso
Força 4 a 5 × 4 a 8 2 a 3 min
Hipertrofia 3 a 4 × 8 a 15 60 a 120 s
Resistência 2 a 4 × 15 a 25 45 a 75 s
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